Tire suas dúvidas sobre FIV

28 de janeiro de 2019

Mais de 36 mil procedimentos de Fertilização In Vitro (FIV) foram realizados no Brasil no ano de 2017. Os dados da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) são um retrato do avanço tecnológico da medicina reprodutiva no país. Diante deste cenário, é cada vez mais comum as dúvidas entre pessoas diagnosticadas com infertilidade no que diz respeito aos tratamentos de reprodução assistida. Por isso, a SBRA destaca as principais caracterísitcas da FIV. Confira abaixo:

O que é FIV?
A Fertilização In Vitro (FIV) é um dos tratamentos de reprodução assistida indicado aos pacientes com diagnóstico de infertilidade. A FIV é caracterizada pela fecundação dos óvulos fora do corpo da mulher. A coleta de gameta e a estimulação à ovulação ocorrem em laboratório. Após a fecundação,  os embriões são transferidos ao útero da futura mamãe.

Quando recorrer à FIV?
Após um ano de tentativas de gravidez sem sucesso, a SBRA orienta ao casal a procurar um especialista em fertilidade para dar início ao processo de investigação. Se houver alguma causa de infertilidade identificada, como baixa produção/qualidade dos espermatozoides ou trompas obstruídas, que limitam a utilização de outras técnicas, a indicação pode ser com menor tempo.

Como é realizada a FIV?
Por meio da união de um único espermatozóide ao óvulo em laboratório.

Qual diferença da FIV para o homem e para a mulher?
A mulher precisa se submeter a estímulo hormonal para chegar à uma super ovulação. Os óvulos são aspirados por uma agulha guiada por ultrassom transvaginal. Já nos homens o tratamento acontece por meio da coleta do sêmen (masturbação). Após seleção dos melhores espermatozóides e dos óvulos maduros, procede-se à FIV. Depois de 2 a 5 dias, o óvulo fertilizado é considerado um embrião e é transferido para o útero da paciente na tentativa de gerar uma gravidez.

Esse procedimento possui alguma vantagem para a mãe e/ou para o bebê?
Sim! Uma das vantagens do tratamento, segundo os especialistas, é que é possível prever a possível evolução de síndromes genéticas antes de o embrião ser transferido ao útero da paciente.

Por Deborah de Salles – Conversa Coletivo de Comunicação Criativa

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