SBRA e REDLARA fazem live nesta sexta-feira (17) sobre tratamentos de reprodução assistida durante a pandemia

17 de abril de 2020

As orientações mais atualizadas relacionadas aos tratamentos de reprodução assistida serão o tema da transmissão ao vivo que será realizada nesta sexta-feira (17), às 18h, nas páginas da Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida – SBRA e da presidente da Red Latinoamericana de Reproducción Asistida – REDLARA, Maria do Carmo Borges, no Instagram (@movimentodafertilidade e @mariadocarmobsouza). O objetivo é prestar orientações sobre a suspensão de novos procedimentos durante o período de pandemia do novo coronavírus (Covid-19) e atualizar as recomendações relacionadas aos tratamentos que precisam continuar. Quem não puder acompanhar a transmissão, poderá assistir a live nos stories em até 24 horas.

Nesta semana, as entidades divulgaram nota complementar sobre o assunto, onde reafirmaram as orientações emitidas em 21 de março e trouxeram novas recomendações que devem ser observadas nos casos susceptíveis de individualização. “O novo posicionamento da SBRA e da REDLARA considera os distintos cenários da pandemia em diferentes países, regiões e cidades, além das incertezas quanto ao período claro de extensão desta crise, e evidencia situações específicas que devem ser observadas, a exemplo de casos de infertilidade, que é reconhecida como doença pela Organização Mundial da Saúde (OMS), aliadas a um posicionamento em relação ao direito dos pacientes, ou seja, à sua autonomia”, ressalta a presidente da SBRA, Hitomi Nakagawa.  

Segundo Maria do Carmo Borges, os registros científicos mais recentes não identificaram a presença de vírus nos gametas e tratos genitais masculino ou feminino, nem observaram evidências científicas a respeito das repercussões da Covid-19 sobre a gestação inicial ou quanto à possibilidade de transmissão vertical (da mãe para o bebê) do coronavírus em gestantes. 

“Além das orientações emitidas na nota anterior, que já colocava os pacientes oncológicos como exceção, posto que são casos que necessitam com urgência da preservação de seus gametas previamente a procedimentos cirúrgicos ou eventual quimioterapia, a nota complementar mantém a orientação nos casos em que o adiamento dos tratamentos de reprodução assistida possam causar maior dano ao paciente ou até infertilidade irreversível, seja por idade ou comprometimento da reserva ovariana, por exemplo”, esclarece.

Em nota, as instituições ressaltam que as medidas têm como base as evidências científicas observadas até o momento e que, portanto, poderão ser modificadas ou atualizadas à medida que surjam novas constatações. Além disso, apontam pontos a serem considerados pelos profissionais de reprodução assistida: as decisões de situações individualizadas com clareza junto aos pacientes, a elaboração de consentimento informado específico e a justificativa para o procedimento, normas de segurança e bom-senso, observando recomendações governamentais e particularidades locais.

Por fim, a SBRA e a REDLARA comunicam que seguem acompanhando de perto as informações divulgadas pela OMS, Ministério da Saúde e toda a comunidade científica para continuar orientando os profissionais da área, seus pacientes e toda a sociedade. Com o passar do tempo e o avanço nas pesquisas, será possível obter mais informações.

Confira a íntegra das informações complementares à nota emitida em 21 de março clicando aqui.

Veja também a nota emitida no dia 17 de março e atualizada no dia 21 de março aqui.

Por Fernanda Matos – Conversa Coletivo de Comunicação Criativa

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