SBRA discute retomada gradual dos tratamentos de reprodução assistida em webinar

6 de maio de 2020

Trocar experiências e discutir medidas essenciais para a retomada dos tratamentos de reprodução assistida. Esses foram os objetivos do webinar do qual participaram a presidente da Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida (SBRA), Hitomi Nakagawa, da presidente Red Latinoamericana de Reproducción Asistida (REDLARA), Maria do Carmo Borges, e da presidente da Sociedade Brasileira de Reprodução Humana (SBRH), Nilka Donadio. 

Durante a conversa promovida pela Igenomix, empresa que fornece serviços de genética reprodutiva, as presidentes destacaram os posicionamentos de cada entidade sobre a suspensão dos tratamentos durante o período de pandemia do novo coronavírus (Covid-19) e tiraram dúvidas dos participantes que acompanharam o evento. 

Em sua apresentação, Hitomi Nakagawa ressaltou que a SBRA e a REDLARA trabalham em sintonia e acompanham de perto os posicionamentos da comunidade científica internacional para continuar orientando os profissionais da área, seus pacientes e toda a sociedade. Ela lembrou a evolução das recomendações das entidades relacionadas aos tratamentos de reprodução assistida neste período de pandemia da Covid-19. 

Segundo Nakagawa, desde o início da pandemia, as entidades reforçaram a importância do reforço do preparo ativo e intenso das equipes de trabalho e da intensificação de parâmetros de segurança e controle de qualidade, além da necessidade de apoio psicológico para as pacientes que estavam em tratamento.

Em relação à retomada dos tratamentos nas clínicas, a presidente da SBRA ressaltou que isso  exige um período de preparo por parte dos estabelecimentos. Ela reforçou a necessidade de priorizar os casos individualizados e inadiáveis para evitar aglomerações. “É preciso pensar em uma sistematização para evitar a transmissão da Covid-19, sempre orientando os profissionais para que cada serviço tenha rotinas adequadas de precaução no momento da retomada das atividades”, explica.

Por fim, Hitomi apontou algumas medidas importantes para a retomada dos procedimentos nas clínicas de reprodução assistida, como a capacitação das equipes em jornadas de revezamento e o reforço dos protocolos de biossegurança. 

Confira a íntegra do debate científico clicando aqui

Por Fernanda Matos – Conversa Coletivo de Comunicação Criativa

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