Estudo brasileiro é premiado durante o Congresso Americano de Medicina Reprodutiva

1 de novembro de 2019

Analisar o impacto das variações genéticas que podem influenciar nos tratamentos para infertilidade. Esse foi o objetivo do estudo brasileiro que conquistou o 1º lugar da exposição de pôsteres do 75º Congresso Americano de Medicina Reprodutiva (ASRM 2019, em inglês), que aconteceu nos Estados Unidos. 

Produzido por membros da Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida (SBRA), o trabalho foi desenvolvido no Centro de Reprodução Humana Prof. Franco Júnior, em parceria com o Centro Paulista de Diagnóstico, Pesquisa e Treinamento (CPDP). 

Intitulado “The TP73 gene (rs3765730) G>A polymorphism is associated with ovarian response during IVF/ICSI treatment”, o estudo analisou que variações do gene chamado “TP73” possam influenciar na resposta dos ovários às medicações prescritas durante os tratamentos de fertilização in vitro. 

De acordo com o vice-presidente da SBRA, João Batista Oliveira, um dos editores do Jornal Brasileiro de Reprodução Assistida (JBRA), o estudo é parte de uma avaliação que engloba a análise de outros polimorfismos de genes (variações genéticas), entre eles TP53, TP63, MMP9 e LIF. 

“A ideia principal é a obtenção de um painel gênico que ajude na personalização dos tratamentos de quem precisa engravidar por meio das técnicas de Reprodução Assistida”, afirma o médico, que recebeu o prêmio durante o congresso americano, realizado neste mês, na Filadélfia (EUA). 

Além dele, também contribuíram para a realização do estudo os seguintes profissionais: José G. Franco Jr., Laura Vagnini, Cláudia Petersen, Ana Lúcia Mauri, Adriana Renzi, Bruna Petersen, Mariana Mattila, Andreia Nicoletti, Felipe Dieamant e Ricardo Baruffi. 

Sobre o evento – Considerado o maior do segmento no mundo, o congresso promovido pela Sociedade Americana de Medicina Reprodutiva (ASRM) reuniu especialistas de várias partes do globo para apresentar e discutir as novidades e diretrizes na área. 

“Mais uma vez, fica evidente a alta qualidade dos serviços de reprodução assistida oferecidos no nosso país. A troca de experiências com outros centros de destaque no mundo é sempre gratificante”, afirma a presidente da SBRA, Hitomi Nakagawa. 

Por Fernanda Matos, Conversa – Estratégias de Comunicação Integrada 

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