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13 de agosto de 2020

A presidente da Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida (SBRA), Hitomi Nakagawa, foi uma das especialistas que contribuíram para uma matéria do Estadão sobre como casais lidam com a ansiedade provocada pelo adiamento dos tratamentos. O texto destacou que, por orientação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), procedimentos de reprodução humana foram temporariamente suspensos. As justificativas incluem incertezas e falta de evidências robustas sobre o vírus, além de assumir que mulheres grávidas tornam-se mais vulneráveis devido às mudanças imunológicas. Ficam de fora da regra pessoas com câncer, cujo tratamento quimioterápico compromete a fertilidade, e casos em que o adiamento traria mais danos, como a idade avançada da mulher. Outras situações precisam ser avaliadas individualmente com o médico.

Segundo a matéria, o último relatório da Anvisa do Sistema Nacional de Produção de Embriões mostra que o País fez 43.098 ciclos de fertilização em 2018. A expectativa para 2020 era de 50 mil. “O relatório 2020 pode ter também uma queda. Teve clínicas em Brasília que pararam totalmente, depende da flexibilização governamental. Na capital de São Paulo, teve época que reduziu muito”, diz Nakagawa, que já prevê uma queda novamente devido à pandemia do novo coronavírus.

Veja a matéria completa aqui.

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