Estadão

12 de junho de 2019

A presidente da Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida (SBRA), Hitomi Nakagawa, foi uma das especialistas que contribuíram para uma matéria do Estadão sobre gravidez de múltiplos. O texto destacou a história da capixaba Mariana Mazzelli que aos 35 anos deu à luz a cinco bebês após a realização de um tratamento chamado ‘coito programado’, que nada mais é do que a indução da ovulação através de umas injeções subcutâneas de hormônios.

Segundo Nakagawa, a estimulação ovariana com coito programado é uma das primeiras técnicas a serem apresentadas para uma mulher que está apta a engravidar, mas não está produzindo óvulos de forma adequada. “Inicialmente, a gente seleciona a técnica mais barata e mais parecida com o natural. Se não ter certo, a gente tenta a inseminação ou a fertilização in vitro’, explicou a especialista na matéria do Estadão. Ela também destacou que, com a estimulação – realizada com medicamentos, 80% das mulheres conseguem ovular. “Mas só uma parte consegue engravidar. Dependendo do número de óvulos, há em torno de 10% de chance de ter gestação múltipla, mas de dois (bebês)”. Veja a matéria completa aqui.

 

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