Cientistas da Universidade de Birmingham, no Reino Unido, anunciaram ter desenvolvido o primeiro teste caseiro de fertilidade masculina do mundo.
Segundo os pesquisadores, o kit, chamado Fertell, leva menos de uma hora para informar se um homem é ou não capaz de ter filhos. Eles dizem também que, com a ajuda do produto, os tratamentos de fertilidade vão poder ser reduzidos em até um ano. Os pesquisadores afirmam que os testes para o desenvolvimento do produto usaram amostras de 150 homens e teria dado um resultado correto em 95% dos casos. No Reino Unido, o Fertell poderá ser comprado em farmácias sem a necessidade de receita médica. Para fazer o teste, o homem precisa coletar uma amostra de seu esperma. O material é, então, colocado em um aparelho que imita o ambiente do colo do útero da mulher. Se um número satisfatório de espermatozóides conseguir atravessar essa barreira, o teste mostra uma linha vermelha, que significa um resultado positivo. Pesquisas indicam que mais de dois milhões de homens no Reino Unido sofrem de baixa fertilidade.

"No momento, muitos casais recebem a recomendação de aguardar cerca de um ano antes de buscar uma avaliação médica", diz Chris Barratt, responsável pela pesquisa na Universidade de Birmingham. "Ter uma informação confiável num estágio inicial pode ser uma grande vantagem", continuou.

Um estudo realizado por cientistas da universidade de Monash, na Austrália, traz esperanças para muitos casais que encontram dificuldades em realizar o sonho de ter filhos. O novo procedimento, que ainda não está disponibilizada nas clínicas especializadas, garante quase 100% de eficácia já na primeira implantação do embrião no útero.
A nova técnica analisa o DNA de cada zigoto fertilizado in-vitro, no quinto dia após a fecundação, em laboratório. Examinando as características específicas de cada organismo, os especialistas conseguem distinguir aqueles que resultariam em uma gravidez bem-sucedida, registrando o perfil ideal para que o feto se desenvolvesse no útero da mãe.
A equipe australiana acompanhou 48 mulheres que realizaram a fertilização in-vitro. De todas as tentativas de engravidar, 25 foram concluídas e 37 bebês nasceram.
Atualmente, as tentativas de reprodução assistida tem 50% de chance de não dar certo na primeira inseminação. Por isso, dois embriões, escolhidos com base em critérios visuais, são implantados por vez. Aspectos importantes, como a sincronia entre as células e a quantidade de fragmentos liberados por elas, são levados em conta pelos especialistas.
Essa nova técnica possibilita a análise exata da quantidade de proteína nas células do embrião, além de detectar doenças, garantindo maior eficiência do procedimento e fazendo com que o escolhido seja o mais bem desenvolvido.
Para os casais que buscam a reprodução assistida, o mapeamento detalhado realizado na nova técnica também diminui a frustação das diversas tentativas para a gravidez tão desejada.

Fonte: Globo.com

A diretoria da SBRA no ano passado inseriu em seu site um ofício da ANVISA que solicitava divulgação do SISEMBRIO – Sistema de Registro de Embriões Congelados. O número de clínicas que tem reportado dados ao SISEMBRIO não chega a 30%.
Devido a este pequeno número a ANVISA nacional solicitou através de ofício enviado no mês de novembro passado às ANVISAS regionais, ações de fiscalização para cumprimento das normas sanitárias vigentes (RDC 33 e SISEMBRIO). Ficou claro nesse ofício que o não cumprimento das normas pode culminar com penas que podem chegar até a interdição dos infratores.
O Ministério Público do Estado da Bahia iniciou investigação nas clínicas de sua jurisdição. Esclarecemos que o envio dos dados para o SISEMBRIO é simples e rápido. Aproveitamos a oportunidade para ressaltar a importância do cadastro de clínicas no site da SBRA.

Caso sua clínica não esteja cadastrada solicitamos que o faça.

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