Técnica de reprodução assistida, indicada principalmente para casais com história familiar de doença genética, permite evitar doenças graves 

A nova resolução do CFM divulgada no dia 10 de novembro no Diário Oficial, reforça uma premissa ética que diz respeito ao limite da utilização das técnicas de reprodução assistida. Um casal não pode buscar nenhum método com intenção de selecionar o sexo ou qualquer outra característica biológica do futuro filho, exceto para evitar doenças. Isso é possível por meio do Diagnóstico Genético Pré-implantacional (PGD) que comprova a saúde genética dos embriões antes da transferência para o útero. 

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